Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa



SinopsePoucos O Sabem, Mas A Literatura De Pulp Fiction, Que Marcou Toda A Cultura Popular Dos EUA Na Primeira Metade Do S Culo XX, Tamb M Esteve Presente Em Portugal, E Em For A.Houve Um Tempo Em Que Her Is Mascarados Corriam As Ruas De Lisboa Cata De Criminosos Em Que Navegadores Quinhentistas Descobriam Cidades Submersas E Tecnologias Avan Adas Em Que Espi Es Nazis Conduziam Experi Ncias Secretas No Alentejo Em Que Detectives Privados Esmurrados Pela Vida Se Sacrificavam Em Prol De Uma Curvil Nea Dama Em Que B Rbaros Sanguin Rios Combatiam Feiti Aria Na Companhia De As Seminuas Em Que Era Preciso Salvar Os Colonos Das Esta Es Espaciais De Nome Portugu S Em Que Seres Das Profundezas Da Terra E Do Tempo Despertavam Do Torpor Milen Rio Ao Largo De Cascais Em Que Portugal Sofria Constantes Ataques De Inimigos Externos Ou Amea As C Smicas Que Prometiam Destru Lo Em Poucas P Ginas, Antes De Voltar Tudo Normalidade Aquando Do Ltimo Par Grafo.Os Anos De Ouro Da Pulp Fiction Portuguesa De V RiosCr Ticas De Imprensa Uma Selec O Magistral Da Melhor Pulp Portuguesa Do In Cio Do S Culo XX O Regresso Vigoroso Do G Nero Liter Rio Que O Estado Novo Tentou Obliterar Jos Manuel Lopes, Especialista Em H P LovecraftOs Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa

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Ebook ➡ Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa Author Luís Corte Real – E17streets4all.co.uk
  • Paperback
  • 416 pages
  • Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa
  • Luís Corte Real
  • Portuguese
  • 06 April 2018

10 thoughts on “Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa

  1. says:

    Nem mesmo a noveleta final de Jo o Barreiros, na qual depositava ainda alguma esperan a de que elevasse esta Antologia acima da banalidade e mediocridade geral, consegue afastar a ideia de algum cansa o e desalento num conceito que teria, eventualmente se tivesse sido bem coordenado, conseguido ser interessante mas que por for a de narrativas insonsas e que nada invocam do verdadeiro esp rito da pulp fiction, pseudo fac similes com tipografias de duvidosa legibilidade e um sentido geral de hist ria pr fabricada que apenas de momento a momento consegue enovelar o leitor na cren a de que est a ler algo genu no, acaba por fazer todo o volume so obrar sob o peso da pretens o.Teria sido necess rio um maior rigor na escrita, uma maior interven o editorial e, qui , deixar de lado a ideia absurda de fac similes do que nunca existiu, servidos por m s escolhas tipogr ficas, que nalguns casos tornam a leitura quase imposs vel e noutros apenas tornam evidente a falsifica o, para que esta Antologia revivesse de pleno e mais rigorosamente o verdadeiro esp rito que animou centenas de publica es mundiais Mesmo sabendo todos n s que o mais importante fil o de pulp fiction existiu no eixo anglo sax nico, a verdade que Portugal tamb m teve os seus representantes e sem d vida qualquer um deles escreveu textos de calibre indubitavelmente superior a este triste aglomerado de contos sem chama nem brio, em que nem por uma vez se consegue sentir o qu...

  2. says:

    Este menino foi uma prendinha de Natal adiantada que me veio parar s m os no F rum Fant stico Estava muito feliz e contente at porque achei interessante a ideia da antologia, mas agora que li tudo estou triste porque nem o tio Barreiros me safouDe uma forma geral uma antologia que n o deixa um grande impacto ou sobressai no meio das restantes leituras Isto , de uma coisa vou lembrar me eternamente do qu o atrofiada fiquei com a pagina o Se querem manter dois tipos de numera o de p ginas ent o que o fa am de forma mais inteligente porque saltar do 56 para o 21 chatinhoGostei particularmente da segunda parte do conto A expedi o dos mortos Joachim Hunot , Valente Fausto Boa...

  3. says:

    N o aprecio este registo

  4. says:

    Confesso que cheguei a metade do livro com uma opini o relativamente m sobre o mesmo, e cheguei ao final completamente rendido magia destes contos Atrevi me a ler algumas opini es sobre o livro durante o meu processo de leitura A maioria das opini es que registei diziam que os contos eram o que de menos importante o volume encerrava, e que a grande mais valia dele s o as pequenas biografias ficcionadas sobre os supostos autores que Lu s Filipe Silva havia criado N o corroboro dessa vis o Gostei bastante da introdu o ao livro, e at achei piada, mas depois das primeiras tr s ou quatro biografias, elas come aram a ficar um pouco repetitivas todos tinham de ter pseud nimos , o que n o retira m rito ao organizador da antologia Vejo esfor o do mesmo em inovar e a tentar conquistar nos com pormenores muito engra ados Gostei, gostei mesmo, foi como se saltasse no tempo, porque embora ficcionadas aquelas biografias tinham tanto de real e de interessante que cativam realmente o leitor Mas n o posso concordar que aqueles pequenos apontamentos sejam a grande mais valia de um livro de 416 p ginas que nos apela ao saudosis...

  5. says:

    No geral n o gostei grandemente do livro nem imaginam com que sapo eu tenho de o dizer, pois gosto tanto do organizador, o Lu s Filipe Silva Lu s, desculpa Confesso que ainda tentei escrever um conto para esta colect nea, mas dist ncia vejo que o meu conto nem sequer era pulp Com todo o respeito do organizador e dos autores do conto penso que o problema meu o pulp n o me fascinou.A minha classifica o emocional seria de 2 estrelas, mas agora arranjei aquele esquema de classifica o todo manhoso e deu 3 estrelas.Reconhe o a import ncia do livro e de toda a recria o que foi feita um trabalho muito interessante, sem d vida, e muito meticuloso tamb m.Contos algumas cr ticas a estes contos est o mal constru das, porque remontam ao in cio das minhas cr ticas a contos O Segundo Sol Conspira es, mais conquista espacial s o sempre mote a contos pulp Talvez n o seja t o comum o cen rio no Alentejo, apesar desta regi o n o ser imune a determinadas conspira es.A Expedi o dos mortos ao jeito de Indiana Jones, um acad mico v se envolvido numa aventura na selva indiana.A Ilha Gostei muito do mist rio, do ambiente sombrio e zombie da ilha, do enredo que nos prende at ao final, do modo como a personagem dominada no final.Pena de papagaio A vingan a de ...

  6. says:

    Inicialmente quando comecei a ler este livro pensava que os contos nele contidos datavam realmente dos anos 30 at cerca de 60 e por isso mesmo lia as biografias dos autores com algum cansa o e prestava mais aten o aos contos em si.No entanto, depois da apresenta o do livro no F rum Fant stico 2011 fiquei a saber que na realidade os contos pulp apresentados no livro s o todos actuais e tudo o que se encontra nas biografias dos autores inventado A partir desse momento a minha perspectiva em rela o ao livro em sim mudou completamente Passei a ler com muito mais curiosidade as biografias, a apreciar a genialidade com que elas foram escritas, a dar aten o s capas inventadas e a todo um mundo que poderia ter sido.Os contos em si n o me causaram grande impacto, nem os achei propriamente muito bons Mas isso pode se dever tamb m ao facto de n o ser muito dada a este tipo de escrita No entanto, pensando que esta antologia pretende recriar um tempo que j l vai, e em que as hist rias pulp n o teriam propriamente qualidade no geral, penso que talvez este n o sejam um ponto a desfavorecer a obra, mas sim a favorec la.Gostei bastante do conto do Artur de Carvalho pois lembrou me muito as hist rias do Conan que j li, e foi engra ado ver como um portugu ...

  7. says:

    A minha aprecia o de cada um dos contos O Segundo Sol Ruy de Fialho 3 5A Expedi o dos Mortos Joachim Hunot 2 5A Ilha Jo o Henriques 4 5Pena de Papagaio A M P Rodriguez 2 5Sentinela e o Mist rio da Aldeia dos Pescadores Orlando Moreira 3 5Horror em Sangre de Cristo Maxwell Gun 1 5O Inconsciente Tiago Rosa 4 5A Noite do Sexo Fraco Ludovico Bombarda 3 5Pirata por um Dia S nia Louro 3 5Valente Fausto Boamorte 3 5O Amaldi oado de Ish Tar Artur de Carvalho 3 5Noites Brancas Ana Sofia Casaca 4 5Mais do Mesmo Jo o Barreiros 1 5Melhor conto O Inconsciente Tiago Rosa Os Anos de Ouro da Pulp Fiction Portuguesa apresentado como uma antologia de contos de pulp fiction do passado, mas bvio desde o primeiro momento que as hist rias s o recentes e algumas fogem inclusive ao conceito tradicional de pulp fiction j para n o falar ao conceito de conto, como Mais do Mesmo , que uma novela Por outro lado, as falsas info...

  8. says:

    Quem diria que esquecida em ba s empoeirados, prateleiras repletas e arquivos fechados chave se escondia uma t o grande e rica tradi o de fic o pulp portuguesa, como j habitual esquecida e ignorada pelas correntes liter rias tradicionais Gra as ao trabalho incans vel de edi o de Lu s Filipe Silva, este livro re ne uma breve amostra de pe as liter rias como personagens que ombreiam ao lado de Carnacki, Lamont Cranston, Fu Manchu ou Randolph Carter Parece mesmo que alguns dos praticantes lusos da arte da fic o escapista poder o ter influenciado alguns dos nomes mais famosos da bem conhecida vertente americana.Centrado numa era esquecida, encontramos neste tomo obras representativas de diversos sub g neros, desde a aventura hist rica em mares infestados de piratas a terrores lovecraftianos, aventuras das guerras secretas anti nazis, mist rios do oculto, western tenebroso, fantasias l ricas ...

  9. says:

    N o tendo grande conhecimento sobre a pulp fiction em geral, decidi adquirir e ler o livro exactamente para ganhar algumas bases At tem biografias dos autores Qual n o a minha surpresa, quando acabo de o ler, pesquiso sobre o mesmo, e descubro que os contos s o todos relativamente recentes e as biografias inventadas Ap s o wait, wh...

  10. says:

    Podem ler a opini o completa, em portugu s, no blog Floresta de Livros.A good anthology, with some great short stories and an amazing work by the organizer Lu s Filipe Silva and by the graphic department.My favourite stories were O Segundo Sol ...

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